sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

As pessoas que tu mais gosta, são sempre as que te decepcionam mais. E não porque são mais erradas, porque são mais errôneas, mas porque é nelas que tu deposita as tuas maiores expectativas.
E não porque elas são falhas... quer dizer, todos somos, mas na verdade porque esperamos que sejam perfeitas!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Ana... and I need you now, somehow. Open fire...


Não, o nome dela não é Ana, o nome dela não importa. Só pra mim.
Eu não sei o que falar dela, Ana... um dia ela foi uma ameaça pra mim e no outro ela era a pessoa que estava entre nós. Na verdade nunca houve um "nós" e nunca houve ninguém entre a gente, mas também nunca houve um caminho... nunca houve nada além da minha imaginação, mas eu queria saber o que se passava na dela.
Poderia um dia eu perguntar, saberia parcialmente. Pelo menos baseando-me na reação dela, mas são riscos que nem vale a pena correr, seria algo que talvez acabasse com o que ainda nos sobra. Uma pitada de respeito, quem sabe um carinho, umas lembranças bobas de situações onde nem éramos nós, mas fingíamos ser.
Ou éramos nós e fingíamos não ser... eu prefiro a segunda opção. Eu quero que seja, é o que eu imagino ser.
Porque Silverchair me lembra Ana? ...quer dizer, foi justamente ouvindo que me inspirei a escrever sobre esta personagem da minha vida. E é toda vez que ouço que lembro-me dela, e em tantos outros momentos.
Ah Ana... ela é uma figura engraçada, nós juntas somos... somos algo que ninguém mais é, e ninguém mais entende. Nós somos uma junção estranha de coisas distintas mas ao mesmo tempo tão próximas. Elas se completam! Ou nós... é difícil pra mim explicar, e eu não gostaria que ela se visse aqui, não gostaria que ela soubesse que penso nela mais do que deveria. Que às vezes eu imagino nossas figuras na chuva, nós dividimos um guarda chuva e eu fico tentando protege-la.
Ela gosta de fingir que não precisa de proteção, ela se parece comigo. Mas em contrapartida eu gosto de me ver cuidando dela, gosto de pensar na sua pele branquinha, nas olheiras de Sweeney Todd.
Que droga, Ana! Eu espero não ter estragado tudo.

domingo, 23 de setembro de 2012

O que escrever sobre este momento? Sobre ele e sobre qualquer coisa... por onde anda aquele meu ânimo? Ânimo de escrever mesmo, de ir soltando as coisas sem vergonha e me acabar rindo no final, vendo que era tudo bobagem.
Às vezes eu gosto de ser inconsequente, mas só às vezes... o resto do tempo eu sou sem gostar, ou sem nem me dar conta. Quem se importa? A tendência mesmo é só se importar depois que a merda foi feita e não tem volta. E aí, meu querido, se fode. Já foi.
O triste é que pra algumas coisas não tem isso de meio termo... é ou não é, simplesmente.
Tu tens a opção de te programar, tudo bem detalhado, bonitinho e aí chega na hora H e sai tudo errado ou diferente... imprevistos mil e entre outras coisas: decepção.
Também podes decidir de última hora e simplesmente fazer, mas não foi acertado anteriormente, então falta isso e aquilo, e a porra toda não dá certo de novo. Que merda ein.
Deixa rolar, cara... tudo no seu tempo. Vai dar uma caminhada, acende um cigarro e fica ouvindo só ele queimando bem devagar enquanto você traga. Senta uns minutos no banco da parada de ônibus... olha as estrelas, ouve as rodas no chão.
É o ônibus perto de ti.
Vai lá, entra logo... vai sem rumo. Senta na janela e escora sua cabeça, deixa ela bater enquanto você sente aquele vidro gelado, enquanto passam aqueles faróis voando.
Desce onde der na telha, dá uma caminhada, conhece o local... torce pra não ser assaltado, tá? Única precaução.
E então continua, eu não sei... se eu disser tudo que você tem que fazer, a coisa perde a graça, né?

sábado, 22 de setembro de 2012

A tábua.


Era uma vez um garoto que tinha um temperamento muito explosivo.
Ele recebeu um saco cheio de pregos e uma placa de madeira, o pai disse a ele que martelasse um prego na tábua toda vez que perdesse a paciência com alguém.
No primeiro dia, o garoto colocou 37 pregos na tábua, já nos dias seguintes, enquanto ele ia aprendendo a controlar sua raiva, o número de pregos martelados por dia foram diminuindo gradativamente e ele descobriu que dava menos trabalho controlar sua raiva do que ter que ir todos os dias pregar diversos pregos na placa de madeira.
Finalmente chegou um dia em que o garoto não perdeu a paciência em hora alguma, ele falou com seu pai sobre seu sucesso e sobre como estava se sentindo melhor em não explodir com os outros. O pai sugeriu que ele retirasse todos os pregos da tábua e que a trouxesse para ele.
O garoto então trouxe a placa de madeira já sem os pregos, e entregou a seu pai e ele disse:
-Você está de parabéns, meu filho! Mas dê uma olhada nos buracos que os pregos deixaram na tábua, ela nunca mais será como antes.
Quando você diz coisas estando com raiva, suas palavras deixa marcas como estas. Você pode enfiar uma faca em alguém e depois retirá-la, não importa quantas vezes você peça desculpas, a cicatriz ainda continuará lá. Uma agressão verbal é tão ruim quanto uma agressão física. Amigos são como jóias raras, eles te fazem sorrir e te encorajam para alcançar o sucesso. Eles te emprestam o ombro, compartilham dos teus momentos de alegria, e sempre querem ter seus corações abertos para você.
Dê valor a isso, procure se controlar!

quinta-feira, 28 de junho de 2012


Um par de meias, por favor. E uma xícara de chá, qualquer chá... um chá que me aqueça, que me satisfaça e que me faça... sim, me faça esquecer.
Tantos daqueles e quantos pra mim? Talvez ultimamente eu não tenha feito por onde pra ganhá-los, mas eu também não posso colocar a culpa só em mim. Sim, eu sinto fome, mas será que vale a pena ir buscar algo que não é bem o que me apetece?
Tudo bem que as coisas nem sempre são como a gente quer, mas entre se decepcionar e deixar as coisas como estão, eu prefiro a segunda opção.
Não que comer um pedaço de pão com café com leite quente e... boa idéia. Mas quando a água na boca é por um cachorro quente, fica meio difícil, mas vamos lá, se contentar com o que tem e sonhar com o melhor, sempre.

sábado, 9 de junho de 2012

A influência de Shrek na vida das pessoas.


"Dá pena sim, mas de ti eu não tenho porque ter pena. A carinha é de gato, mas na verdade é teimoso que nem o burro e grosso que nem o ogro... olha só, você é três em um."


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Music of the Night.

A música... você pode não gostar, desprezar, ouvir de má vontade, às vezes obrigado, por acidente...
Mas sabe o mais estranho? Com o tempo ela gruda na cabeça, como aquele chiclete que gruda na roupa, aquele maldito e inconveniente chiclete.
Às vezes você consegue acabar gostando ou pelo menos se acostumando com a música, quando gosta dela corre o risco de deixar que seja a sua favorita, aquela que tem de ouvir todos os dias, às vezes até mais de uma vez.
Pode negar, mas de certa forma nos tornamos dependentes da música... sabe, em algum momento quando não pode ouvi-la, começa a cochichar baixinho ou deixar que ela se passe somente em sua mente. Pode estar ouvindo tantos outros sons, mas o que você queria era justamente aquele e só aquele.
Mas e quem disse que com o tempo ela não pode voltar a ser inconveniente?
Na verdade acabamos por enjoar da música a ponto de não querer mais ouvir, ela fica gasta, indesejável...
E sabe que com as pessoas não é diferente?
Se for analisar, as músicas e as pessoas tem isso em comum, conseguem nos viciar a ponto de fazer repudia-las mais tarde.
E que contradição.
Pois é... boa noite.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dezessete anos, cinco horas e vinte e oito minutos... não meus.

Eu queria saber o que dizer, ter um roteiro meio pronto na minha cabeça só chegar aqui e ir soltando. Mas na verdade é tudo um improviso, bate a vontade, eu venho aqui e vou vomitando... vomitando o imaginário.
Improviso são legais, a gente nunca sabe o que pode sair, menos mal quando temos sucesso, o que na verdade ultimamente eu nem tenho tido, rs.
Mas eu não me importo, é mais pra mim do que pros outros. Não preciso saber que ninguém leu, basta ter posto pra fora. Estranho é essa coisa de mundo paralelo... sente coisas que normalmente não sentiria, faz e deixa fazerem coisas que normalmente não deixaria, e porque ein?
Ele vai tomando conta de pouquinho em pouquinho e por mais decadente que fique com o tempo, você é dependente daquilo e não consegue largar... e eu não to falando de drogas, na verdade não importa do que eu to falando. Fica aí imaginando, em algum aspecto pode fazer sentido... isso é a relatividade ou a coincidência, talvez a semelhança, sei lá.
Tu passa a dar importância pra umas mais pequenas mas não te dá conta das outras coisas que tu tá deixando passar por causa desse vício... tem vezes que tu nem vê a luz do dia mas te sente saciado.
No momento eu me sinto assim, vejo a luz do dia por pura obrigação de ter que passar pelo pátio algumas várias vezes e o meu maior contato com o sol é até umas 4 quadras daqui.
Logo eu que gosto da sensação de liberdade e ar livre, agora presa aqui HA HA HA.
Não tem graça nenhuma, na verdade não tem nada... não é pra parecer incomodo.
Pra mim o importante é a felicidade, ela poderia ser maior, mas neste momento eu me sinto bem então que exploda todo o resto, e cá estamos nós com mais um improviso sem sucesso, é isso ae.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Untitled.

Bom é quando encontra alguém com pensamentos semelhantes aos seus... bom mesmo. E eu estava falando do Charles Bukowski, mas juro que também pensei na Hemanuelle.
Eu já não sei mais porque ainda venho aqui, a minha inspiração ficou lá atrás, o que eu ainda tenho de sobra é tempo e imprudência... sem falar que, como eu já tinha comentado: esse traço piscando aqui e me pedindo pra escrever mais e mais é realmente tentador.
E daí que eu poderia estar lendo um livro ou evitando olheiras agora, poderia não estar ouvindo essa minha cpu chiando e nem dizendo "dae" ao invés de "daí" só porque me lembra um casal de amigos queridos. Mas eu já nem me importo com o amanhã mesmo, acho que a curiosidade costumava me mover e agora nem ela... talvez se ainda movesse eu já teria tentado suicídio, porque eu vou confessar que uma coisa que eu sempre quis saber é como é a morte.
Eu acordo mesmo à tarde porque eu sei que a comida tá me esperando e se tem uma coisa nessa vida que eu gosto de fazer é comer. Mas porque eu to falando disso mesmo? Deixa pra lá, né.

Charles Bukowski

"Estávamos todos juntos nisso. Todos juntos num grande vaso cheio de merda. Não havia escapatória. Todos desceríamos juntos com a descarga."

Charles Bukowski

"Um intelectual é um homem que diz uma coisa simples de uma maneira difícil; um artista é um homem que diz uma coisa difícil de uma maneira simples."

Charles Bukowski

"Eu estava longe de ser uma pessoa interessante. Não queria ser uma pessoa interessante, dava muito trabalho. Eu queria mesmo um espaço sossegado, e obscuro pra viver a minha solidão; por outro lado, de porre, eu abria o berreiro, pirava, queria tudo, e não conseguia nada."

Charles Bukowski

"Cada vez que você paga alguém para dizer a você o que deve fazer, você é um perdedor. E isto inclui seu psiquiatra, seu psicólogo, seu operador de bolsa de valores, seu professor e seu etc (...) Não há nada que ensine mais do que se reorganizar depois do fracasso e seguir em frente."

Morto.

"Porque tenho que chegar aos 51 para poder pagar o aluguel com meus livros? Quero dizer, se estou certo e escrevo igual, porque demorou tanto? Tive que esperar que o mundo me entendesse? E, se ele me entende, como estou agora? Mal, é isso."
Charles Bukowski.

Charles Bukowski

"As garotas pareciam boas à distância, o sol provocando transparências em seus vestidos, refletido em seus cabelos. Mas chegue perto e escute o que elas tem na cabeça sendo vomitado pelas suas bocas. Você ficava com vontade de cavar um buraco sobre um morro e ficar escondido com uma metralhadora."

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Charles Bukowski

"Bem, todos morrem um dia, é simples matemática. Nada de novo. A espera é que é um problema."

Charles Bukowski

"O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece."

Charles Bukowski

"É este o problema com a bebida, - pensei, enquanto me servia dum copo - se acontece algo de mau, bebe-se para esquecer. Se acontece algo de bom, bebe-se para celebrar, e se nada acontece, bebe-se para que aconteça qualquer coisa."

Charles Bukowski

‎"...sabia que tinha alguma coisa fora do lugar em mim. Eu era uma soma de todos os erros: bebia, era preguiçoso, não tinha um deus, idéias, ideais, nem me preocupava com política.
Eu estava ancorado no nada, uma espécie de não-ser. E aceitava isso. Eu estava longe de ser uma pessoa interessante. Não queria ser uma pessoa interessante, dava muito trabalho.
Eu queria mesmo um espaço sossegado e obscuro pra viver a minha solidão. Por outro lado, de porre, eu abria o berreiro, pirava, queria tudo e não conseguia nada.
Um tipo de comportamento não se casava com o outro. Pouco me importava."

domingo, 1 de abril de 2012

You, wait till tomorrow...

Aquele momento em que você liga uma certa música que te lembra uma pessoa em específico... mas olha, eu escrevendo pra uma pessoa? Não, claro que não.
Mas é estranho, você sai, vê pessoas, conversa com várias delas assuntos bem variados, passeia de roda em roda, ouve diversos assuntos, uma música boa de fundo, de canto. Com muita sorte consegue quebrar uma garrafa cheia de rum que nem ajudou a pagar... bebe um pouco do copo de cada um, mistura várias coisas sem nem se importar com o resultado, menos mal que ele é, na maioria das vezes, satisfatório, pelo menos.
Então de repente chega em casa, vê, lê, lembra e pensa sobre algumas coisas e descobre que mesmo com tudo isso, talvez se dependesse só de mim eu nem sairia de casa, na verdade eu viveria aqui no meu mundo fechado onde algumas pessoas são mais fechadas ainda mas mesmo assim, é confortável, é quentinho ficar aqui.
Quando eu dou sorte ainda vem alguém que eu gosto me visitar, alguém que sempre faz meu coração pular e sem nem encostar em mim, na verdade às vezes falando comigo da forma mais torta o possível me faz sentir viva e bem. Que merda é essa ein?
Eu não quero falar sobre isso, não mesmo. Na verdade eu só quero falar que ouvir Silverchair me faz escrever e querer dizer coisas que eu não posso, é perigoso.
Mas então, a vida sempre se mostrando estranha, te fazendo lembrar de coisas bem aleatórias em momentos mais ainda... e aquela senhora que na infância te pedia pra ir na venda e te dava um real de balas? Tanta coisa se apaga instantaneamente da minha memória e isso se escondeu por anos e resolveu aparecer hoje numa hora bem inusitada, sei lá.
Só sei que eu preciso dormir e que esse travessão do editor de texto piscando, me pressionando a falar sempre mais, a pensar mais rápido, a falar coisas que eu não devia... isso me dá nos nervos.
Onde quer que esteja, quem quer que seja e se mente ou não... isso mesmo. Ele é seu, pelo menos nesse ano que se passou, nada vai me fazer esquecer.
E a propósito: PLEASE, DIE ANA.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Unerasable Sin... quase todo momento tem uma trilha sonora.

As mãos dela... sabe que olhando assim parece as mãos da minha avó?
Principalmente se ela pusesse aquele vestidinho verde e dançasse fazendo graça... mas do que eu to falando, minha avó parece tão recatada. Aquela senhora que eu amo tanto é tão bonita, bonita pra idade dela.
Tem as marcas dos anos e da vida, uma senhora tão forte... gostaria de me inspirar nela e fazer disso um estímulo.
Mas e aí, como eu vinha dizendo... as unhas vermelhas que combinavam com aquele vestido que tinha cor de Halls de uva verde, me parece que usava um colar, agora eu não me recordo direito.
O importante é que ela era sexy, aquele sorriso... não sei não.
E essa mania chata de querer saber o que as pessoas escondem?
Eu deveria era me contentar e respeitar o que cada pessoa deseja fazer com isso que esconde, mas não eu fico cutucando até descobrir, chega a ser chato. Só que quem procura, acha e daí depois tu não pode reclamar se não gostar do que vê, não é?
E também, tem gente que faz isso por gosto, se tu dá muita bola tá indo na onda dela... pode desconfiar, mas em silêncio, juntando fatos e... ops, eu não posso entregar as minhas táticas assim, desculpa.

domingo, 4 de março de 2012

~;~

E quando é que as pessoas vão entender que falar mal do outro não lhes faz uma pessoa melhor, ein?
Falar por falar, apenas afirmando e comentando, é uma coisa. Falar com maldade, com intenção de queimar a imagem do outro, é babaquice, talvez inveja.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Psicótico - Felipe Ricotta.

"Ás vezes acho que você é tão farsante quanto eu
Porque também tem medo de demonstrar sentimentos
E é paranóia tua eu, nem sou tão psicótico assim
A gente é que tem problema de comunicação verbal
E eu causo mesmo algumas impressões erradas
Mas não sou teu encosto de bar
Tenho meus motivos, para me emputecer
Por você ter ido embora
No primeiro táxi quando eu
Volto do banheiro você foi embora
Mas porra você esqueceu, que sou eu
Que tenho que te deixar
Em casa de madrugada
Quando a magia morrer... "


Num dia desses, por ai de noite... pensando, conversando e concluindo, ou não.

Anjo da voz doce, me abençoa com as tuas palavras, me dê a tua mão e vamos dar uma volta pelo paraíso.
Mas de que paraíso estamos falando?
Há tantos paraísos espalhados por esse mundo, alguns infernos disfarçados, e você... ah, você nem percebe, simplesmente se deixa levar. 
Mas aproveite enquanto ainda tem a sua vontade própria e que ninguém te governa, enquanto nosso mundo é um só e você escolhe a que tribos quer pertencer... já pensou quando, se formos mesmo divididos entre bons e maus? Não haverá um meio termo.
Poderá estar em meio aos seus desiguais ou pagando por erros que não chegou a cometer... isso parece assustador.
Mas não quero falar disso, deixa eu caminhar e encher meus pés de calos pra prometer que da próxima vez não andarei tanto assim, fazer as coisas sem pensar no amanhã e mentir pra mim mesma, pelo menos assim eu não magoo ninguém e não preciso ouvir me dizendo que eu menti.
E foda-se essa merda toda.
Uns dão sorte, outros não dão nada, e eu to legal aqui.

Blé.

-Veja esta figura desprezível e inanimada.
Foi o que disse mamãe quando saí de seu ventre, tomada pelo sangue que também lhe pertencia, chorando por uma dor que na verdade não era minha.
Feche os olhos, e tudo verás... tudo o que quiseres ver, ou o que alguém oculto quer te mostrar.
Viaje dentro de si, onde sua imaginação lhe permitir... não verá nada que na verdade não exista dentro de você, e se ver algo que não gostar, pense, reflita, MUDE.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Aleatoriedades Noturnas

Uma ideia quase amadurecida, enquanto olhos querendo descansar.
A preguiça toma conta do corpo, e pelo cansaço quase falso, deixa-se levar...
a menina do biquíni de bolinhas, da saia rodada e a boca rosa.
Se despede de mais uma dança e cai na brincadeira perigosa...
brincadeira da mente, dos sonhos e da imaginação.
Os sonhos se moldam a realidade, mas ela se mantém ali,
a realidade não sede, não agora.
Boa noite!

Não escreva sem ler, corrija-se. Porra.