domingo, 1 de abril de 2012

You, wait till tomorrow...

Aquele momento em que você liga uma certa música que te lembra uma pessoa em específico... mas olha, eu escrevendo pra uma pessoa? Não, claro que não.
Mas é estranho, você sai, vê pessoas, conversa com várias delas assuntos bem variados, passeia de roda em roda, ouve diversos assuntos, uma música boa de fundo, de canto. Com muita sorte consegue quebrar uma garrafa cheia de rum que nem ajudou a pagar... bebe um pouco do copo de cada um, mistura várias coisas sem nem se importar com o resultado, menos mal que ele é, na maioria das vezes, satisfatório, pelo menos.
Então de repente chega em casa, vê, lê, lembra e pensa sobre algumas coisas e descobre que mesmo com tudo isso, talvez se dependesse só de mim eu nem sairia de casa, na verdade eu viveria aqui no meu mundo fechado onde algumas pessoas são mais fechadas ainda mas mesmo assim, é confortável, é quentinho ficar aqui.
Quando eu dou sorte ainda vem alguém que eu gosto me visitar, alguém que sempre faz meu coração pular e sem nem encostar em mim, na verdade às vezes falando comigo da forma mais torta o possível me faz sentir viva e bem. Que merda é essa ein?
Eu não quero falar sobre isso, não mesmo. Na verdade eu só quero falar que ouvir Silverchair me faz escrever e querer dizer coisas que eu não posso, é perigoso.
Mas então, a vida sempre se mostrando estranha, te fazendo lembrar de coisas bem aleatórias em momentos mais ainda... e aquela senhora que na infância te pedia pra ir na venda e te dava um real de balas? Tanta coisa se apaga instantaneamente da minha memória e isso se escondeu por anos e resolveu aparecer hoje numa hora bem inusitada, sei lá.
Só sei que eu preciso dormir e que esse travessão do editor de texto piscando, me pressionando a falar sempre mais, a pensar mais rápido, a falar coisas que eu não devia... isso me dá nos nervos.
Onde quer que esteja, quem quer que seja e se mente ou não... isso mesmo. Ele é seu, pelo menos nesse ano que se passou, nada vai me fazer esquecer.
E a propósito: PLEASE, DIE ANA.

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