domingo, 23 de setembro de 2012

O que escrever sobre este momento? Sobre ele e sobre qualquer coisa... por onde anda aquele meu ânimo? Ânimo de escrever mesmo, de ir soltando as coisas sem vergonha e me acabar rindo no final, vendo que era tudo bobagem.
Às vezes eu gosto de ser inconsequente, mas só às vezes... o resto do tempo eu sou sem gostar, ou sem nem me dar conta. Quem se importa? A tendência mesmo é só se importar depois que a merda foi feita e não tem volta. E aí, meu querido, se fode. Já foi.
O triste é que pra algumas coisas não tem isso de meio termo... é ou não é, simplesmente.
Tu tens a opção de te programar, tudo bem detalhado, bonitinho e aí chega na hora H e sai tudo errado ou diferente... imprevistos mil e entre outras coisas: decepção.
Também podes decidir de última hora e simplesmente fazer, mas não foi acertado anteriormente, então falta isso e aquilo, e a porra toda não dá certo de novo. Que merda ein.
Deixa rolar, cara... tudo no seu tempo. Vai dar uma caminhada, acende um cigarro e fica ouvindo só ele queimando bem devagar enquanto você traga. Senta uns minutos no banco da parada de ônibus... olha as estrelas, ouve as rodas no chão.
É o ônibus perto de ti.
Vai lá, entra logo... vai sem rumo. Senta na janela e escora sua cabeça, deixa ela bater enquanto você sente aquele vidro gelado, enquanto passam aqueles faróis voando.
Desce onde der na telha, dá uma caminhada, conhece o local... torce pra não ser assaltado, tá? Única precaução.
E então continua, eu não sei... se eu disser tudo que você tem que fazer, a coisa perde a graça, né?

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