terça-feira, 30 de dezembro de 2014

"Razão de ser

Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece.
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?"


P. Leminski.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Learn to be Lonely

"Child of the wilderness, born into emptiness...
Learn to be lonely, learn to find your way in darkness.
Who will be there for you, comfort and care for you.
Learn to be lonely, learn to be your one companion.
Never dreamed out in the world, there are arms to hold you?
You've always known your heart was on its own...
So laugh in your loneliness, child of the wilderness.
Learn to be lonely, learn how to love life that is lived alone.
Learn to be lonely!
Life can be live, life can be loved...
Alone."

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A pele certamente era melhor que a minha, um peito provavelmemte depilado, barba muito bem feita e o cabelo da moda. Mas os olhos, ah... estes tinham cor de mel, e que olhos!
Justamente pra contrapor os meus, tais olhos de cachorro, aquele tão escuro que mal se vê a menina de olho. Se é que há uma menina nestes olhos...

Não pude ter mais tantas impressões com tantas distrações, o que é uma lástima.

Mas foram bons versos.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Escrever sobre quem? Sobre quando, e onde?
Não há ninguém escrevível, descrevível... as pessoas não querem ficar pra hora do chá. Tudo mera ilusão. Antes de começar o baile, vale se perguntar se está pronto pra perder alguém, porque é o que acontece, porque é, porque?

Metade cheio ou vazio, não importa... importa o querer preencher ou transbordar, mas porque só de si?

Queria entender se é um momento, uma fase, um reflexo ou uma projeção, mais que isso, mudar as coisas.
Que frieza, que dor... as lágrimas caem por todo o lado e cada um seca as suas, porque não dividir, não tornar um só?

"Diga um verso bem bonito, diga adeus e vá embora!"

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Tenho me sentido tão cheia de nada e muitas vezes tão cheia de tudo. Melancólica e sofrendo de cólica... cólica na alma, o coração mental se comprimindo.
Roupas, sapatos, meias, cigarros... bens externos, eternos, ternos e gravatas e o interior continua desmiuçando. Uma dor que vai e volta, talvez rebelde por ser ignorada e tão facilmente abafada, mas sem nunca receber a atenção que gostaria ou deveria.
Tipo a fumaça, ataca a rinite, os pulmões... bate forte na mente mas tu continua, independente das consequências. Sim? Não creio que seja só comigo.
Não faz sentido, e faz de novo... menos ainda e de repente muito mais que sempre. Pois é, já me disseram que eu sou indecisa. Realmente fica mais fácil definir alguma coisa quando quando se tem razões.
Quem desconfiaria do Balum?

terça-feira, 17 de junho de 2014

sexta-feira, 13 de junho de 2014

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Tá, eu admito que chorei com aquela foto e antes disso chorei algumas vezes só de falar, de lembrar... principalmente de imaginar. Mas o problema foi quando as coisas vieram a acontecer, e não só aquilo que eu queria, mas também o que temia...
Nem sei se temia, acho que eram coisas que não fiz nunca questão de supor.
Mas nem por fazer ou não questão, tu não entra numa coisa pra te afundar... tu é burro o bastante pra achar que vão ser mil maravilhas e, pra ser sincera, até são, mas não duram mais que... sei lá, bota aí uns seis meses. Mistura um pouco de cegueira, insistência e mexe bastante.
Boa sorte!

domingo, 11 de maio de 2014

Diálogo Rotineiro

"Eu sempre penso, e ainda mais no nosso caso, que já ficamos, que se duas pessoas estão no mesmo local, uma vendo a outra e de repente trocando olhares, é porque as duas sabem que algo pode rolar.
Penso que se o cara não vem, é porque não quer, eu não vou forçar.
 No máximo eu dou algo a entender de longe, mas ir pra cima, jamé kkkkk. [...]"