quarta-feira, 6 de julho de 2016

Pra começar, eu queria dizer que o Google enrola demais pra fazer essa troca de contas e isso somado ao meu péssimo aparelho de Netbook, quase me fez desistir de escrever... como se... bom, enfim.

?

Não sei há quanto tempo eu não tento escrever, mas minha única preocupação é que me faça entender quando resolver ler isso de novo, será?
Será que eu posso mudar tanto em poucos anos a ponto de não lembrar das minhas próprias metáforas? Eu sempre digo que os anos não fazem tanta diferença, mas sim a fase...
Por exemplo, um jovem de 20 anos seria pedófilo se namorasse uma criança de 10 anos de idade, mas tudo bem se um casal de 40 e 50 quiser se relacionar. O que cria essa diferença, é a fase da vida. E aí, eu penso: qual será a minha próxima fase? Será que eu ainda posso me tornar como algumas pessoas que eu critico, ou será que daqui uns anos eu vou criticar quem eu sou hoje?
Cara... é tanta coisa!

Parece fácil ter 21 anos, mas a transição é longuíssima - como diria meu amigo Marcelo - e muito complexa, poxa.
Não vou usar a minha história como referência, mas do que eu imagino de um jovem hoje com 16 anos, saindo do ensino médio. Tem gente que não perdeu nem a virgindade - e tudo bem sobre isso -, sabe o dicionário de inglês de trás pra frente, mas não sabe se expressar, não sabe quem ele é porque foi criado sob expectativas dos pais, ou sob expectativas dos colegas, ou, ou... alguma expectativa errada que não liberou o pintinho do ovo - tô falando do sujeito -, mas o cara tem que saber o que ele quer exercer pro resto da vida dele, naquele momento ali. Nem termina o ensino médio, já cola no vestibular e por aí vai, no fluxo, empurrado.
3 anos de 5, o cara já descobriu que não é aquilo que ele quer, mas po, mais da metade, bora! 4 anos de 5: se eu parar agora, meu pai me mata! O coitado vai lá e se forma, pode ser até que seja um bom profissional, mas será que ele faz com amor? Bom, o pai quer ver o retorno do investimento que ele fez, e agora?

Depois de 5 anos de faculdade, imagino que o cara só queira esquecer isso por um tempo, dificilmente vai engatar naquela que ele queria mesmo, aquela que ia realizar.
Então tá, segura a profissão bosta. Surge uma namorada que ajuda a segurar as pontas. 1 ano, 3 anos, o namoro já tá meio merda, mas né, abandonar o bote agora e começar do zero... de repente, a namorada fica grávida, uau!
Adeus sonho de trocar de emprego, viajar pra não sei onde, morar num trailer... olá fraldas, mamadeiras e leite em pó. SE FODEU!

Pra mim é isso. E parece fácil...
Essa história tem várias versões, na verdade, mas a vida de cada um se dá de uma forma, a gente é tipo aquele jogo Tetris, cada fato é uma peça que se encaixa na história, e essa história gera uma personalidade que somos nós. Cada um tem a sua e não cabe ao amigo dizer que "1 + 1 =2".

E eu vou publicar porque ninguém acessa essa birosca mesmo.


*ADICIONAR PALAVRA DE IMPACTO!*

6h05 de uma noite que começou mal e termina melhor. Falei com pessoas do passado, criei possibilidades e tomara que eu as realize.

Um comentário:

  1. Errou quando pensou que ninguém acessa essa birosca. kkkk surprise modafoca.
    Bem, você tem razão, as coisas são muitos empurradas para o "xovem", mas é assim mesmo, no susto que as coisas acontecem, comigo foi assim, mas como não estamos usando referencia própria, vou manter o padrão. Passando os anos, vemos que as verdades estavam sempre ali, e nos só não tínhamos coragem o suficiente para aceita-las, não é fácil, mas pode ser bem divertido. Bora viver?

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